Tamanhos métricosPolegadasUsado em:
18 24 cm(7,1 x 9,5 polegadas)Mamografia
24 24 cm(9,5 x 9,5 polegadas)Fluoroscopia
24 30 cm(9,5 x 11,8 polegadas)Geral
18 43 cm7,1 x 16,9 polegadas)Geral
30 35 cm(11,8 x 13,8 polegadas)Geral
35 35 cm(13,8 x 13,8 polegadas)Fluoroscopia
35 43(13,8 x 16,9 polegadas)Geral

MAMOGRAFIA

Tamanhos métricosPolegadasUsado em:
18 24 cm(7,1 x 9,5 polegadas)Mamografia
24 30 cm(9,5 x 11,8 polegadas)Mamografia
19 23 cm(7,5 x 9 polegadas)Mamografia

Coluna ortostática e/ou membro inferior

Tamanhos métricosPolegadasUsado em:
35,5 91,4 cm(14 x 36 polegadas)Série para escoliose
35,6 129,5 cm(14 x 51 polegadas)Estudo completo do membro inferior

Referencias Bibliográficas: Bontrager 8ª EDIÇÃO

Os raios x
É muito importante saber esses três importantes conceitos pertinentes aos raios X:

  1. Raios X não são energia nuclear.
  2. Raios X são energia atômica.
  3. Os aparelhos de Raios X não são radioativos. Só emitem radiação quando estão ligados, isto é, em operação.


Os raios-X são radiações da mesma natureza da radiação gama (ondas eletromagnéticas), com características idênticas. Só diferem da radiação gama pela origem, ou seja, os raios-X não saem do núcleo do átomo.

Os raios-X são emitidos quando elétrons, acelerados por alta voltagem, são lançados contra átomos e sofrem frenagem, perdendo energia. Não têm, pois, origem no núcleo do átomo

Toda energia nuclear é atômica, porque o núcleo pertence ao átomo, mas nem toda energia atômica é nuclear.

Fonte: CNEN- Comissão Nacional de Energia Nuclear
Radioterapia é o tratamento com fontes radiativas.

Devido a sua capacidade de emitirem radiações, atravessar matéria ou serem absorvidos por ela, os radioisótopos ou isótopos radioativos têm várias utilidades. 
A propriedade de penetração das radiações possibilita identificar a presença de um radioisótopo em determinado local, para que ocorra essa identificação é necessário o uso detectores de radiação. Dessa forma, o deslocamento
de um radioisótopo pode ser acompanhado e seu percurso ou “caminho” ser “traçado” num mapa do local. Por esse motivo, recebe o nome detraçador radioativo.

Traçadores Radioativos - Radioisótopos que, usados em “pequeníssimas”(para não causar ou minimizar os danos biológicos) quantidades, podem ser “acompanhados” por detectores de radiação.

Medicina Nuclear  
Medicina Nuclear é a área da medicina onde são utilizados os radioisótopos, tanto em diagnósticos como em terapias. Há sempre um radioisótopo especifica para cada área a ser examinada ou tratada. Um exemplo claro é o Iodo-131, que ao ser aplicado no paciente é absorvido pela glândula tireoide, onde se concentra.
Para diagnóstico de tireoide, o paciente ingere uma
solução de iodo-131, que vai ser absorvido pela
glândula.

O detector é associado a um mecanismo que
permite obter um “desenho” ou mapeamento em
preto e branco ou colorido, da tireoide, ao ser passando pela frente do pescoço.
Um diagnóstico, no caso um radiodiagnóstico,
é feito por comparação com um mapa padrão de
uma tireoide normal.

Tecnécio-99
  • Cintilografia renal, cerebral, fígado, pulmonar e óssea;
  • diagnóstico do infarto agudo do miocárdio e em estudos circulatórios;
  •  cintilografia de placenta.


Samário-153
É aplicado (injetado) em pacientes com metástase óssea, e também para tratamento paliativo para a dor.

Radioterapia
A origem da radioterapia foi através do casal Curie, utilizando o elemento rádio para destruir células cancerosas, e foi inicialmente chamada por "Curieterapia". 
O iodo-131, quando utilizado em uma quantidade maior,  também pode ser utilizado para eliminar lesões, identificadas nos radiodiagnósticos da tireoide.
Fontes radiativas de césio-137 e cobalto-60 são usadas para destruir células de tumores, uma vez que estas são mais sensíveis à radiação do que os tecidos normais.


Um dos aparelhos de radioterapia mais conhecidos é a Bomba de Cobalto, usado para tratar câncer. Trata-se de uma fonte de cobalto-60, encapsulada ou selada e blindada, para impedir a "fuga" de radiação. Por apresentar um maior rendimento terapêutico o cobalto-60 substituiu o césio-137.
No momento do tratamento a fonte é deslocada de sua posição considerada segura, dentro do cabeçote, e é aproximada do orifício que permite a passagem de um feixe de radiação, concentrado sobre a região a ser tratada.

Vale ressaltar que um objeto após ser irradiado, exposto a radiação, não fica radioativo. (Isso é frequentemente cobrado em provas.)

Fica, portanto, evidente que um objeto contaminado é a presença de material radioativo no mesmo, e um objeto irradiado foi apenas um objeto que foi exposto a radiação sem haver contaminação.

Fonte: CNEN- Comissão Nacional de Energia Nuclear

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